Sustentabilidade

A Mina da Borralha é um projeto que integra os 3 pilares da sustentabilidade

Na Mina da Borralha, os três pilares podem ser lidos em conjunto desde a fase de projeto. As soluções técnicas procuram reduzir e acompanhar os impactes ambientais; a componente social liga emprego, desenvolvimento local e participação; e a dimensão económica assenta na valorização de um recurso estratégico e na dinamização regional.

Pilar Ambiental

Na Mina da Borralha, a sustentabilidade ambiental começa muito antes da exploração. Está presente nas opções de localização, no método de exploração e nas soluções previstas para gerir e acompanhar os principais impactes da atividade.

A exploração será subterrânea, reduzindo a intervenção à superfície, e as principais infraestruturas serão implantadas maioritariamente em áreas já artificializadas pela antiga atividade mineira. A gestão da água, a monitorização da qualidade do ar, do ruído e das vibrações, o acompanhamento da biodiversidade e a recuperação ambiental e paisagística integram o projeto desde a sua conceção

Água no centro da gestão ambiental
A água proveniente da mina será tratada e reutilizada na operação em circuito fechado, estando ainda previstas estruturas de retenção de águas pluviais e duas Estações de Tratamento de Águas Residuais. O projeto não prevê captações na ribeira de Amiar.

Conhecer para proteger
A biodiversidade é acompanhada através de programas específicos de monitorização. No caso do lobo-ibérico, está definida uma área principal de monitorização contínua de cerca de 400 km², com recurso a armadilhagem fotográfica, prospeção de indícios, análises genéticas, estações de escuta e gravação acústica.

Recuperar também o que vem do passado
O projeto reconhece os passivos deixados pela antiga exploração e prevê medidas de recuperação, incluindo a intervenção em antigas escombreiras, a requalificação ambiental e paisagística da ribeira de Amiar e de um dos seus afluentes e um programa de integração e recuperação paisagística ao longo do ciclo de vida da mina

Pilar Social

O impacto social da Mina da Borralha vai além da criação de emprego. O objetivo é que a atividade contribua para gerar oportunidades, reforçar competências e criar benefícios duradouros para o território.

O projeto prevê aproximadamente 116 postos de trabalho diretos, numa operação contínua em três turnos. Sempre que existam novas necessidades, o Estudo de Impacte Ambiental recomenda o recurso a população local e a bens e serviços fornecidos por empresas da região.

Desenvolvimento para além do emprego
Está previsto um Programa de Desenvolvimento Social que abrange áreas como formação e desenvolvimento de competências, serviços essenciais, educação, alojamento, infraestrutura local e desenvolvimento social, económico e ambiental.

Partilha e participação
O contrato de concessão prevê ainda a elaboração de um Plano de Partilha de Benefícios com o Município de Montalegre, a Freguesia de Salto e a Aldeia da Borralha. Paralelamente, estão previstos mecanismos de participação e acompanhamento, incluindo o Plano de Envolvimento de Partes Interessadas, o Plano de Gestão de Impactes Sociais, a Comissão de Acompanhamento, o Centro de Informação e o Observatório Social.

O objetivo é que a presença da mina contribua para reforçar a capacidade e a resiliência económica e social do território, criando condições que permaneçam para além do período de exploração.

Pilar Económico

Gerar valor hoje. Criar capacidade para amanhã.

A sustentabilidade económica da Mina da Borralha não se mede apenas pela viabilidade da operação. Mede-se também pela capacidade de criar emprego, dinamizar fornecedores, desenvolver competências e integrar o território numa cadeia de valor estratégica para Portugal e para a Europa.

A reativação da mina prevê uma exploração subterrânea de tungsténio, com produção adicional de concentrados de cobre e estanho, uma capacidade prevista de cerca de 500 mil toneladas de minério por ano e um período de exploração estimado em 15 anos.

Uma matéria-prima estratégica para a Europa
O tungsténio integra o grupo das matérias-primas consideradas críticas e estratégicas para a Europa. O Estudo de Impacte Ambiental enquadra o projeto da Borralha na estratégia europeia de reforço e diversificação do abastecimento destas matérias-primas, essenciais à transição digital, ecológica e energética.

Valor que se liga ao território
A criação de emprego, a contratação de fornecedores locais e o desenvolvimento de novas competências permitem que a atividade económica tenha efeitos para além da própria exploração. O objetivo é contribuir para um tecido económico mais qualificado e resiliente e para uma maior ligação do território às cadeias europeias de matérias-primas críticas.

Para aceder a toda a informação, faça download do nossa brochura sobre sustentatibilidade.

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